Adoça a vida, mas não faz bem

Aquela deliciosa sobremesa, o sorvete nos dias quentes, refrigerantes e sucos artificiais, as guloseimas, os chocolates e doces, as bolachas saborosas… Tudo isso é uma tentação para os olhos e para o paladar. Resistir é difícil. Quando menos percebemos, já cedemos. E detalhe: quase sempre (a menos que nos disciplinemos muito) não ficamos apenas na degustação. Ao contrário, exageramos.
Tão viciante como o álcool, o cigarro e outras drogas, o açúcar atua estimulando a dopamina – hormônio responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Ou seja, ingeri-lo é uma delícia para o cérebro. Todavia, faz um grande estrago em nosso organismo. Seu uso está associado a males como:

  • Diminuição do rendimento e produtividade diárias;
  • Dificuldades de memorização e aprendizado;
  • Aumento da pressão arterial;
  • Endurecimento das artérias e problemas cardíacos;
  • Alterações metabólicas e doenças degenerativas;
  • Aceleração do envelhecimento celular;
  • Diabetes e obesidade;
  • Aumento do colesterol e triglicerídeos;
  • Problemas gástricos e circulatórios;
  • Acnes.

De acordo com a OMS – Organização Mundial de Saúde -, deve-se ingerir no máximo 25 gramas de açúcar por dia (ou duas colheres de sopa) e, infelizmente, os brasileiros estão consumindo 50% a mais do recomendado. Nos últimos 50 anos, adicionou 5 colheres na dieta diária.   O problema está em como controlar isso, pois não se trata de esconder o açucareiro e sim de cuidar dos produtos industrializados que utilizam muito açúcar em suas composições.

Está até no pão que a maioria come pela manhã. Uma fatia dele processado pode ter até 3 gramas de açúcar. E também em  biscoitos, ketchups, chocolates, doces, refrigerantes, sucos de caixinha e em pó, iogurtes, molhos, bolos, etc. Segundo especialistas, as indústrias parecem ter entendido que gostamos do sabor adocicado em nosso dia a dia. Isso até pode ser verdade, mas não é nem um pouco saudável.
Além disso, esse tipo de açúcar não contém nutriente algum. É composto de calorias vazias que não servem absolutamente para nada. Aliás, até mesmo o açúcar presente nas frutas “in natura” – a frutose – em excesso pode prejudicar a nossa saúde.

A saída? Cuidar do que estamos ingerindo e controlar a nossa compulsão por doces; verificar os rótulos dos industrializados e optar (caso necessário) por aqueles cujo componente que aparece em primeiro lugar não seja o açúcar, disfarçado de nomes como glucose de milho, xarope de malta, glicose, frutose, néctares, açúcar cristal, sacarose, açúcar invertido, maltodextrina, dextrose, maltose, xarope de milho, etc; preferir (se não conseguir se livrar dele) o mascavo, mel, cristal; eliminar o açúcar refinado de sua vida; mude seus hábitos alimentares (quanto mais natural, melhor); nada de refrigerantes ou sucos artificiais ou naturais em caixinhas.

E pensar: esse prazer momentâneo, vale a dor de se ficar doente no futuro?

Informação: um dos benefícios do Cromo Quelato é ajudar no controle da ingestão de açúcar e carboidratos em geral.
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Fernando Beteti
Jornalista Especializado em Saúde

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